quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tempo

Senhor! Não corra muito
Espere um pouco mais
Está díficil acompanhá-lo nessa imposição.
São muitas urgências e sem nos dar conta
Acontece uma reprodução em massa,
Dos afazeres, sem apropriação total daquilo
 que é produzido ou reproduzido.
Nesse  frenesi desenfreado, estamos parecidos com soldadinhos de jumbo.
FORMA, RÁPIDO, VAI, PEGA, CORRA, CORRA, CORRA, FIM DO TEMPO.
Qual é o seu espaço? Seu tempo?Sua vida? Seus anseios? Suas lutas?
Pra que? Qual é a diferença? O que te importa?
Não é o eu que impera, és tú o dono do espaço e do tempo.
Ora senhor do tempo!
Faça-me um favor,
Me dê um tempo.
 <cida>





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