terça-feira, 26 de novembro de 2013

A chuva

É você que me acalma
Que leva a tranquilidade à todos os lugares
Limpa com sua transparência toda imundice
Renova a vida por todos os lugares
As vezes sua força é tamanha
Causa medo, pânico nas pessoas
Desabriga, tira o pulsar da vida
Uma fúria cultivada pelos culpados
E também pelos inocentes 
Esses que também agora contribuem
Para exploração incessante do bem estar
Alimentando um capitalismo inconsequente
Nesse descontrole comum
Deixa-se o que resta, o resto
De um futuro que batalhe
Concerte, tente porque aqui
Estamos à beira do abismo.
Não deixe de me acalmar
De embalar meu sono
De regar meus mimos do jardim
De refrescar o mundo
Mantenha nossas bacias hidrograficas
Fonte de vida
Venha! macia e mansa
Banhe o mundo de vida.
  <Cida>

Nenhum comentário:

Postar um comentário