segunda-feira, 13 de junho de 2011

minha menina
















Minha filha,
É ela, a quem eu tive a felicidade de dar a vida,
Por quem sou capaz de dar a minha própria vida.
Menina se tornando mulher
Cheia de sonhos e descobertas,
Às vezes frustrantes, às vezes certos,
Sem medo, se lança se joga,
E vai em busca do que quer.
Esse ser que me faz falta que me completa.
Metade de mim,
Dona desse amor que não tem fim.
Sorriso que alegra o infinito
Com um jeitinho fascinante,
E um olhar cativante
De essência perturbante
Para quem a conhece em instantes,
Fica sempre uma certeza,
Seu jeito gente de ser
É a sua mais rara beleza.

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